A gravura Tropicalismo, de 1966, e o relevo inédito O Raio são algumas das obras de Emanoel Araújo que podem ser vistas na retrospectiva do artista em cartaz no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Baiano, Emanoel ficou longe da cena principal das artes plásticas nos últimos 15 anos, período dedicado à função de dirigente cultural responsável pela renovação da Pinacoteca do Estado e à criação do Museu Afro Brasil.
A exposição Autobiografia do Gesto traça o percurso dos seus 45 anos de trabalho e restitui a figura do artista ao circuito artístico da capital paulista, depois de raras individuais. A retrospectiva traz 100 trabalhos que mostram algumas influências e referências na formação artística de Emanoel Araújo, do marceneiro Eufrásio Vargas e do também baiano Rubem Valentim.
Instituto Tomie Ohtake ? Rua dos Coropés, 88 - Pinheiros,
De terças a domingos, das 11h às 20h, até 29 de abril.
Entrada gratuita
Informações pelo fone 11 2245 1900
Edição e redação - jornalista responsável: Vanessa Balula coza@grafia.com.br
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