
Um pedacinho – com gostinho de quero mais! – da nova fase de trabalho da Nina. Suas meninas em telas! Via blog oficial da artista. Imagem de divulgação
Depois de tempos de Re-post dos posts do Blog da Coza no meu pessoal, hoje faço o caminho inverso: trago lá do meu blog o que eu quero contar aqui.
Antes disso, um rewind. Conheci a Coza tempos e tempos atrás. Virei fã de prateleira, sabe? Na mesma época em que eu me mudava de mala e cuia para o sul do Brasil, descobri que se tratava de uma empresa gaúcha. Foi ali que tive a certeza de que essa paixão ainda ia dar o que falar! E lá se foram 3 coloridos anos. Desde então estive juntinho com a Coza em Revista e depois fiquei aqui, com vocês, à frente do blog – que só fez crescer a minha paixão pelo design e pela arte.

Nina em colorida ação com seu supervisor peludo – o mais atento! Via blog oficial da artista. Imagem de divulgação
E assim a ideia de falar sobre a arte em suas muitas versões tomou fôlego. A paixão, a vontade de contar pra vocês quanta gente bacana tem pelo mundo fazendo-pensando-respirando-criando arte é que me trouxe até aqui.
A escolha do protagonista do post, hoje, foi a mais difícil. Porque o coraçãozinho apertado, aqui, não para de saltar!
Então, que venha o Re-post!
O mesmo coração fica um tantinho oco, pequeno, apertado com os meus últimos posts para o blog da Coza
É uma despedida sem ser – não deixo de ser total Girl-Coza! Sigo adorando, contando, divulgando, tendo, usando, amando Coza! Mas deixo de escrever no blog – um pouco meu também! -, após 3 coloridos anos.
A decisão foi difícil-difícil de tomar – mas foi necessária. Chorei no cantinho, respirei fundo e fui corajosa: eu adoro-amo-e-tudo-mais-MAS-preciso-pegar-outro-caminho
Ufa!
… e agora que o blog vai ser escrito e mantido por outra pessoa – a torcida é para que seja uma mudança bacana para todos – para o blog, para a Coza, pra mim, para os leitores (vocês aí do outro lado!) – de quem vou sentir muita falta e um ciúme danado!

Arte subindo pelas paredes by Nina Pandolfo. Via blog oficial da artista. Imagem de divulgação
Pensei em fechar a semana com um Blog-se, com um Telefone sem fio, mas nada parecia tão encaixadinho nesse momento.
Daí pensei na Nina – Nina Pandolfo – uma das artistas mais incríveis da escala Pantone.
Desde 2002 é ela que colore e ilumina a capital paulista com suas meninas de olhos bem grandes – olhos de ver! – como no Mangá. Nina é conhecida como uma das pioneiras a levar a street art para as grandes galerias do mercado.

Saudades em aquarela by Nina Pandolfo – e eu, pegando uma caroninha. Via blog oficial da artista. Imagem de divulgação
A moça faz de um tudo com a arte: esculturas, grafites, telas…
Nina é bárbara. Não leva a chatice do mundo adulto nada à sério. “Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda! Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.”- “filosofa” a artista.
Então taí: Nina com uma receita de felicidade colorida e um post com gostinho de abraço de despedida.
Mais da Nina aqui
Mais do que necessária aqui
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por Vanessa Balula