
Aqui um tantinho dos desenhos simétricos e da cor de Escher. Imagens de divulgação.
O CCBB carioca é parte do universo de Escher. O próprio. Mauritus Cornelis Escher, artista, holandês. Na categoria genial.
Algumas de suas obras são um tanto complexas mas basta saber que se gosta e pronto. Essa é a magia da arte.

O próprio, o mestre. Esse é o cara! Meus caros, Mr. Escher. Foto de divulgação.
Mosaicos islâmicos do sul da Espanha e modelos matemáticos são algumas das maiores inspirações de suas obras. O moço tinha uma quedinha para instalações-enigma, labirintos e imagens com sentidos múltiplos. Imagens que tomam um ar de desafio:
“O meu trabalho é um jogo, um jogo muito sério.”
Palavra de mestre.

‘A queda do homem’ de Escher. Xilogravura datada em 1920. Obra participante da expo. Imagem de divulgação.
Quem estiver no Rio não pode perder a expo O mundo mágico de M.C. Escher’ no Centro Cultural do Banco do Brasil.
A exposição apresenta as gravuras originais e desenhos de Escher também em outros suportes, como em projeções em 3D onde o público tem a sensação de entrar em algumas das obras.

Mais de Escher. Imagem de divulgação.
Por lá também rola uma sala interativa que funciona como um quebra-cabeças gigante – todo trabalhado em branco e preto, um dos traços marcantes do artista. E mais a Sala do Impossível, onde objetos aparecem flutuando em uma janela.
Em Brasília a expo bateu todos os recordes de visitação – 200 mil pessoas – o maior número de visitantes em 10 anos de CCBB.

‘Outro mundo’ de Escher. Xilogravura datada em 1947. Obra participante da expo. Imagem de divulgação.
Depois do Rio é a vez do Escher fazer uma visitinha prolongada em Sampa.
Mais de Escher na web Aqui e para quem quiser ter reproduções, aqui

‘Cascata’ de Escher. Litografia datada em 1961. Obra participante da expo. Imagem de divulgação.
Mais da expo
O Mundo Mágico de Escher – até 27 de março no CCBB-RJ que fica na Rua Primeiro de Março, 66. A entrada é franca.
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por Vanessa Balula